Polícia Federal, em M. Claros: "O prejuízo estimado à instituição financeira é de R$ 195 mil"
Terça 14/07/26 - 12h06
PF combate fraude bancária eletrônica em Montes Claros/MG
Investigação apura fraude com invasão de conta GOV.BR e empréstimos ilegais na Caixa
Montes Claros/MG.
A Polícia Federal cumpriu, nesta terça-feira (14/7), um mandado de busca e apreensão no âmbito de investigação que apura fraude bancária praticada por meio da invasão de conta GOV.BR e do uso indevido da identidade digital da vítima.
As investigações indicam que o suspeito invadiu a conta GOV.BR da vítima, abriu uma conta bancária em seu nome e contratou empréstimos de forma fraudulenta junto à Caixa Econômica Federal.
O prejuízo estimado à instituição financeira é de R$ 195 mil.
Até o momento, foram reunidos elementos obtidos por meio de exames papiloscópicos, comparação facial e análise da movimentação bancária relacionada aos fatos investigados.
A Polícia Federal prossegue com as investigações para esclarecer as circunstâncias do crime, identificar possíveis coautores e demais envolvidos, bem como rastrear a destinação dos valores obtidos com a fraude.
Entre os crimes investigados estão: invasão de dispositivo informático, falsa identidade, uso de documento falso, estelionato eletrônico qualificado e associação criminosa, e outros delitos que possam ser identificados ao longo das investigações.
***
Resumo:
Polícia Federal faz operação em Montes Claros contra fraude que usou conta GOV.BR para aplicar empréstimos ilegais de R$ 195 mil.
***
12h20m, terça-feira, do jornal Metrópoles:
PF apura invasão ao GOV.BR usada para desviar R$ 195 mil da Caixa
A PF informou que as diligências continuam para identificar possíveis comparsas
Mirelle Pinheiro
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (14/7), uma operação para apurar um esquema de fraude eletrônica que teria utilizado o acesso indevido à conta GOV.BR de uma vítima para contratar empréstimos fraudulentos junto à Caixa Econômica Federal. A ação ocorreu em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais.
Durante a operação, os policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão contra um dos investigados.
De acordo com a PF, a apuração indica que o suspeito invadiu a conta GOV.BR da vítima e utilizou a identidade digital para abrir uma conta bancária.
A partir dela, foram contratados empréstimos de forma fraudulenta, causando prejuízo estimado em R$ 195 mil à Caixa.
As investigações reuniram indícios obtidos por meio de exames papiloscópicos, técnicas de comparação facial e análise da movimentação financeira relacionada às operações suspeitas.
A Polícia Federal informou que as diligências continuam para identificar possíveis comparsas, esclarecer a participação de cada envolvido e rastrear o destino do dinheiro obtido por meio da fraude.
Conforme o avanço das investigações, o suspeito poderá responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático, falsa identidade, uso de documento falso, estelionato eletrônico qualificado e associação criminosa, além de outros delitos que eventualmente sejam identificados durante a apuração.
***
12h57m, terça-feira, do jornal O Tempo, de BH:
Suspeito invade conta Gov.br e causa prejuízo de R$ 195 mil em empréstimos em MG
Homem teria invadido o acesso da vítima para abrir conta bancária e contratar empréstimos fraudulentos em Montes Claros (MG)
Janaina Veloso
A Polícia Federal de Minas Gerais (PFMG) cumpriu, na manhã desta terça-feira (14/7), um mandado de busca e apreensão em Montes Claros, no Norte de Minas, contra um homem investigado por invadir registro na plataforma do governo (gov.br) de uma vítima para abrir uma conta bancária e contratar empréstimos de forma fraudulenta.
O golpe causou um prejuízo estimado em R$ 195 mil a uma instituição financeira pública.
De acordo com a investigação, o homem teria usado a conta para contratar empréstimos fraudulentos.
Segundo a PF, durante as apurações, os agentes reuniram diversos elementos que indicam a participação do suspeito no esquema.
Entre as provas estão análises de impressões digitais, comparação facial e o rastreamento da movimentação bancária relacionada aos fatos.
O investigado poderá responder, conforme sua participação nos fatos e o avanço das apurações, pelos crimes de invasão de dispositivo informático, falsa identidade, uso de documento falso, estelionato eletrônico qualificado e associação criminosa, além de outros delitos que possam ser identificados ao longo da investigação.
A Polícia Federal informou que as investigações prosseguem para identificar possíveis coautores e rastrear o destino dos valores obtidos com a fraude.


