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montesclaros.com - Ano 26 - segunda-feira, 26 de outubro de 2026

"...a Policia Militar informa que: “de acordo com o registro policial, o conflito teve início após o encontro de duas carreatas, ocasião em que houve relatos de arremesso de objetos e agressões físicas. Equipes da Polícia Militar atuaram na contenção do tumulto e no levantamento das informações sobre os fatos”

Domingo 25/10/26 - 9h39

9h15m, domingo, do jornal O Tempo, de BH:





Vereadora Iara Pimentel recebe alta após ser agredida durante carreata em Montes Claros

A assessoria da unidade hospitalar informou que a vereadora recebeu alta no início da madrugada deste domingo (25).


A vereadora Iara Pimentel (PT), de Montes Claros, recebeu alta hospitalar após ser agredida durante uma carreata em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na noite de sábado (24), na véspera do segundo turno das eleições presidenciais.


Segundo a assessoria da parlamentar, o carro de som em que ela estava foi atingido por garrafas de vidro, tijolos e outros objetos arremessados por um grupo de pessoas na Avenida Deputado Esteves Rodrigues, na região central de Montes Claros.


A parlamentar foi atingida na cabeça por um objeto arremessado durante uma confusão.


Ela foi socorrida pelo Samu e encaminhada ao Hospital Santa Casa.


A assessoria da unidade hospitalar informou que a vereadora recebeu alta no início da madrugada deste domingo (25).


Agressão durante ato de campanha Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pessoas arremessando itens na direção dos participantes da carreata.


Além da vereadora, estavam no veículo o também vereador Daniel Dias, o deputado Federal Paulo Guedes e o ativista Lucas Pereira.


O deputado federal Paulo Guedes (PT-MG), se manifestou nas redes sociais e classificou os ataques como revoltantes e inadmissíveis.

"Nenhuma divergência política justifica a violência.


O direito de manifestação é garantido pela democracia, e ninguém pode ser agredido por pensar diferente", destacou.

A deputada estadual Leninha (PT-MG) também se manifestou sobre o episódio nas redes sociais.


"A nossa cidade, estado e país não podem naturalizar essa violência", disse.

Após a agressão, a assessoria da vereadora divulgou uma nota de repúdio à violência política.

O comunicado condenou o ataque e defendeu a apuração rigorosa dos fatos, com a identificação e a responsabilização dos envolvidos.


"O episódio exige investigação rigorosa, apuração dos fatos e responsabilizaçã dos envolvidos.


A violência política não pode ser tratada como algo corriqueiro, muito menos tolerada como parte do debate político", destacou a assessoria da parlamentar por meio de nota.


O ativista Lucas Pereira, que também estava no veículo atingido contou que foram surpreendidos por um grupo que estava na avenida.


"Na ocasião, a carreata do PL já havia sido encerrada, enquanto nossa comitiva seguia seu trajeto.


Fomos surpreendidos por um grupo de pessoas que bloqueou a passagem e iniciou agressões contra parlamentares", disse.


Lucas destacou ainda que entre o grupo, estaria uma funcionária de um bar situado na avenida.


"Acionei a polícia, compareci ao estabelecimento e foi registrado um boletim de ocorrência.

Presenciei a funcionária apontando o dedo e arremessando um copo de gelo em nossa direção, enquanto estavámos em cima do trio eletríco", falou o ativista.


O Mapa de Minas Restaurante por meio de nota destacou que as pessoas envolvidas não eram clientes e nem funcionários do restaurante no momento do fato, mas sim partidários que estavam na rua quando os ânimos se exaltaram.


"É falsa a informação de que teria sido um funcionário do Mapa de Minas quem teria lançado uma garrafa de bebida que teria atingido a vereadora Iara Pimentel.


Nenhum de nossos colaboradores participou, compactuou ou teve qualquer envolvimento com as cenas lamentáveis de violência registradas", destacou o restaurante O Mapa de Minas Restaurante afirmou que repudia veementemente qualquer ato de violência e agressão, de qualquer natureza e de qualquer lado.


"Sempre nos pautamos por receber todas as pessoas, independentemente de crença, religião, posicionamento político ou sexualidade, com dignidade, respeito e acolhimento". Reportagem em atualização





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13h24m, domingo, do jornal Estado de Minas, de BH:






Vereadora do PT agredida em briga entre carreatas deixa hospital

Iara Pimentel deixou a Santa Casa de Montes Claros na madrugada deste sábado. Apoiador de candidato do PL também foi encaminhado para hospital e alega ter sido atingido com coronhadas no rosto e que teve três dentes quebrados
Luiz Ribeiro


A vereadora Iara Pimentel (PT), de Montes Claros, no Norte de Minas, que ficou ferida durante um conflito entre apoiadores do presidente Luiz Inácio da Lula da Silva (PT) e do candidato Flávio Bolsonaro (PL), na noite de sábado (24/10), foi liberada pelo hospital no início da madrugada deste domingo (25/10) e passa bem. O vídeo da agressão à vereadora viralizou nas redes sociais.


Na manhã deste domingo, quando ocorre a eleição do segundo turno da eleição presidencial, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio da 11ª Região de Polícia Militar, divulgou nota sobre no episódio em que a vereadora foi atingida, na qual afirma que atuou em uma ocorrência, “envolvendo participantes de manifestações de grupos distintos”, sem fazer menção partidária aos protagonistas” do episódio.


O fato ocorreu na Avenida Deputado Esteves Rodrigues, conhecida como Avenida Sanitária, na Região Central da cidade. Na nota, a PM diz que houve “relatos de arremessos de objetos e agressões físicas”, sem detalhar qual foi o material que atingiu a vereadora. Ninguém foi preso.

Foi divulgado que Iara Pimentel teria sido atingida por “um tijolo”. No entanto, no boletim de ocorrência da Polícia Militar, ao qual a reportagem teve acesso, não consta a informação. O registro policial relata que a vereadora sofreu um corte na região do supercílio e precisou e uma sutura com cinco pontos.

Na nota oficial distribuída para a imprensa, a Policia Militar informa que: “de acordo com o registro policial, o conflito teve início após o encontro de duas carreatas, ocasião em que houve relatos de arremesso de objetos e agressões físicas. Equipes da Polícia Militar atuaram na contenção do tumulto e no levantamento das informações sobre os fatos”.


De acordo com o comunicado da PM, a vereadora “relatou ter sido atingida por um objeto enquanto estava em um trio elétrico”. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência e Emergência (Samu) e encaminhada para a Santa Casa de Montes Claros. De acordo com assessoria do hospital, Iara Pimentel, após ser atendida, submetido a exames e ter ficado em observação, recebeu alta à 0h25 deste domingo.

No boletim de ocorrência do episódio consta que uma vítima, de 31 anos, apoiador do candidato do PL, também encaminhado ao pronto atendimento do hospital, informou que enquanto estava na avenida Sanitária, foi atingido no rosto com uma coronhada por parte de um homem, integrante do grupo adversário, que” estava armado com uma pistola de cor cromada”.

Ainda conforme descrito no relatório, a vítima “apresentava um corte no lábio superior do lado esquerdo, relatando ter sofrido a fratura de três dentes anteriores”.

Na nota oficial divulgada na manhã deste domingo, não tem detalhes de ferimentos das vítimas. No comunicado, consta que “outro vereador, de 44 anos, também relatou ter sido atingido durante a confusão”. Além disso, “outros dois homens, de 31 e 54 anos, participantes das manifestações, relataram agressões físicas, ameaças e danos materiais.

“Até o encerramento do registro, os suspeitos não haviam sido identificados. A ocorrência foi encaminhada às autoridades competentes para as providências cabíveis”, conclui a nota da PM.




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19h37m, domingo, da Agência Brasil:




PF vai apurar ataque a vereadora de Montes Claros, diz diretor-geral

Iara Pimentel foi atingida por objeto no rosto durante ato político



O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, confirmou neste domingo (25) que o órgão vai investigar o ataque contra a vereadora de Montes Claros (MG) Iara Pimentel (PT). Segundo Rodrigues, a parlamentar compareceu nesta manhã à delegacia da PF, na própria cidade, para prestar queixa do ocorrido.

“Nossa delegacia foi procurada hoje, pela vítima, que foi ouvida e relatou o episódio”, disse Rodrigues a jornalistas, durante entrevista coletiva.

De acordo com ele, há imagens do momento em que a vereadora foi atingida por um objeto arremessado contra o carro de som em que ela participava de um ato político em apoio à candidatura do também petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Rodrigues classificou a agressão que feriu a parlamentar no rosto como a ocorrência “de maior gravidade” dentre as registradas neste segundo turno das eleições gerais.

Segundo testemunhas, o carro de som em que Iara Pimentel e outras pessoas estavam foi alvo de garrafas, tijolos e outros objetos atirados por apoiadores de seus adversários políticos.

Atingida no rosto, Iara foi atendida por uma ambulância do Samu e deixou o local com o rosto ensanguentado. No hospital, foi submetida a exames, medicada e ficou em observação por algumas horas antes de receber alta médica.

Em suas redes sociais, a vereadora afirmou que as violências política e de gênero, bem como o ódio e a intolerância são ameaças à democracia.

“Não podemos naturalizar nem aceitar esses ataques”, acrescentou Iara, que ontem mesmo cobrou uma investigação rigorosa e a devida responsabilização dos envolvidos.

Mais de 600 ocorrências
Balanço preliminar divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública revela que, até as 19 horas de hoje, foram registradas 618 ocorrências relacionadas às eleições.

Ao menos 57 pessoas foram presas em flagrante e 152 foram conduzidas. Além disso, foram apreendidos, em todo o país, R$ 1.897 em dinheiro; nove veículos e uma arma de fogo.

As ocorrências mais recorrentes envolveram boca de urna (13,3%); propaganda eleitoral irregular (11,3%); crimes eleitorais diversos (7,6%); desordem (7,4%) e desobediência às ordens da Justiça Eleitoral (6,6%).

Minas Gerais foi o estado com o maior número de ocorrências eleitorais registradas, com 91 casos, seguido pelo Rio Grande do Sul (59), Goiás (48) e Mato Grosso (42).

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